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Resenha - Trono De Vidro


Livro: Trono De Vidro #1
Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera Record
Páginas: 388
ISBN: 978-85-01-40138-0
Pontuação: ★★★★★ 



Estava louca para começar esse livro assim que terminei A Lâmina Da Assassina. Sim, eu li primeiro A Lâmina Da Assassina antes de começar a série Trono de vidro, mas falarei mais sobre essa experiência mais tarde.


As páginas são amareladas com uma textura grossa que amo, a fonte é okay, não muito grande, mas também não muito pequena. Têm cinquenta e cinco capítulos bem curtinhos, o livro é narrado na maior parte por Celaena, porém Chaol e Dorian também narram brevemente, e uma vez pelo Rei.

(capítulo)


Bom, eu li primeiro A Lâmina da Assassina, um prequel da Série Trono de Vidro que contem cinco histórias que se passam antes do primeiro livro: Trono de Vidro (RESENHA DO PREQUEL AQUI). Não vou entrar em detalhes sobre A Lâmina da Assassina porque já fiz uma resenha do livro, mas para que vocês entendam: por eu ter lido primeiro A Lâmina da Assassina, muitas coisas desse primeiro livro foram mais fáceis de compreender, lembranças/momentos de Celaena que ela mal entra em detalhes em Trono de Vidro, então em A Lâmina da Assassina ela traz mais detalhes dessas lembranças breves que vimos em Trono De Vidro.



Li Trono de Vidro com olhos diferentes tenho certeza de que se eu não tivesse lido A Lâmina Da Assassina não teria visto o livro Trono de Vidro do mesmo modo que vi. Então recomendo a você leitor que ainda não leu, não começou a série Trono De Vidro, que comece por A Lâmina da Assassina. Vocês irão conhecer a vida de Celaena bem antes de ela ir parar nas Minas De Sal de Endovier, e também como ela foi parar lá. Então isso se torna mais fácil e mais compreensível de ler Trono de Vidro, pois você já sabe o passado de Celaena de forma que quando ela menciona-o brevemente sem entrar em detalhes, você já sabe e entende sobre o que ela esta falando, além de compreender muito mais a fundo os sentimentos de Celaena quando se lembra de seu passado, quando se lembra de Sam.


Em Trono de Vidro Celaena esta presa como escrava nas Minas De Sal de Endovier há um ano. Mas O Principe de Adarlan, Dorian, percorre o longo caminho de seu palácio até Endovier para encontrar a tão famosa Assassina de Adarlan. O motivo? O Rei de Adarlan busca um campeão, alguém forte para fazer seu trabalho sujo, sendo um espião, assassino, etc. Vários outros membros da Corte escolheram diversos ladrões e assassinos presos em diferentes lugares de Erilea para serem seus campeões e competirem, o total de competidores são 23, o príncipe decidiu escolher a Assassina mais temível, Celaena Sardothien. Com a promessa de um contrato em que precisara ser a campeã do Rei caso ela vença, Celaena será livre dentro de alguns anos ao cumprir o contrato com o Rei. E entre a liberdade e as Minas De Sal de Endovier, Celaena opta claro, pela liberdade e aceita a proposta do príncipe.


Agora ela entrará em uma competição onde lutara com um único propósito: sua liberdade. Mas com o passar do tempo Celaena descobre que seu único motivo para vencer essa competição não envolve apenas sua tão desejada liberdade, mas algo mais, algo grande que ela ainda não é capaz de entender. Algo maligno espreita pelo castelo, uma presença que não pertence a esse mundo, um ser que está matando alguns dos competidores sem nenhum motivo aparente. E Celaena precisa entender o que está acontecendo, e salvar aqueles que ela aprendeu a amar nesta jornada dentro do castelo.
A magia há muito tempo abandonou Adarlan, agora um Rei perverso sanguinário e ganancioso governa o país. E Celaena terá que lutar contra seus fortes desejos de esganá-lo e salvar aqueles que ele escraviza injustamente, ou os lugares que ele destrói por pura ganância de poder. Porque ela precisa se manter forte para vencer essa competição, uma mancada, um passo em falso e ela será mandada de volta para As Minas De Sal de Endovier, e então tudo estará perdido para ela.


É tão maravilhoso voltar a esse mundo, voltar a Erilea! É maravilhoso reencontrar Celaena em mais uma história fascinante. Eu estava com muitas saudades, e agora não vejo a hora de pegar logo o segundo livro, mas quero ir de vagar nessa série.
Apesar de tudo que Celaena passou nas Minas De Sal de Endovier, e também seus últimos dias antes de ser capturada e levada para este lugar (essa história se encontra em A Lâmina da Assassina), Celaena continua a mesma que conheci em A Lâmina Da Assassina. Uma garota vaidosa, guerreira, durona, com uma língua afiada, e um pouco mimada. Achei que depois de tudo o que ela passou ao ser capturada e até um pouco antes disso, ela iria mudar, sei lá, ficar um pouco mais sombria, cheia de magoas e com o desejo de vingança. Mas não, Celaena é quase a mesma que era em A Lâmina da Assassina. Quase. Claro que ela esta com cicatrizes, literalmente, e em certos momentos vemos o sofrimento dela, a solidão. Como eu disse, eu entendi muitas partes desse livro em que Celaena recorda seu passado, no livro ela não entra em detalhes, ela apenas menciona nomes e não fala quem são a não ser bem brevemente. Ela também não fala como foi parar nas Minas De Sal de Endovier, porém por eu ter lido primeiro a Lâmina Da Assassina eu pude entender todos os momentos em que ela recordava o passado, e o tempo todo soube o que ela passou ao ser levada as Minas de Sal de Endovier. Os momentos que ela recorda de Sam me faziam chorar. A cena do piano simplesmente dilacerou meu coração.



Chaol Westfall o capitão da guarda. Um homem um pouco seco, mas de certa forma encantador/fofo. Nesse primeiro livro ele não foi tão explorado (mas calma Biia, é só o primeiro livro de uma serie de seis, sem falar que a autora esta para lançar um livro só dele. Sim eu sei pessoal!), ele é misterioso e bem reservado. Mas ainda sim adorei ele. Na resenha de A Lâmina da Assassina eu disse que não conseguiria shipar Celaena com mais ninguém que não fosse Sam, e essa minha opinião ainda prevalece. Sim, eu gostei mais de Chaol do que do Principe Dorian (não engoli esse “romance” da Celaena e Dorin, foi meio forçado, não parecia correto essa relação, eu conseguia vê-los como bons amigos...), mas ainda sim não consigo shipar ninguém com Celaena. Não superei Sam!



Dorian Havilliard, o príncipe. Um homem um pouco arrogante, mas totalmente diferente do monstro que é o pai, o Rei. É extrovertido e inteligente, e muito, muito, muito, muito mulherengo. Sua relação com Celaena começa bem devagar, mas a atração de ambos fica evidente, porém não parece algo certo a meu ver, porque quase o livro inteiro eles parecem mais como bons amigos do que algo mais. Claro, ambos flertam aqui e ali, mas não parece algo sério, é como se fosse brincadeira. Eu realmente não engoli essa “relação amorosa” deles, e nem mesmo Celaena, porque com o tempo ela percebe a verdade! Eu gostei do príncipe, mas não vi algo de especial nele como vi em Chaol.



Nehemia, uma amiga que todo mundo quer haha. Adorei Celaena ter conhecido ela, e amei o mistério envolvendo Nehemia, cara que garota esperta, parece até uma Celaena dois. Realmente adorei a conexão das duas. Espero muito que essa amizade seja mais explorada nos outros livros.



Super recomendo o livro, mas lembre-se, se você ainda não começou a série sugiro que comece por A Lâmina Da Assassina, você entenderá muitas coisas sobre Celaena e seu passado, além de compreender mais a fundo certos sentimentos dela nesse livro, pois Celaena é bem fechada/reservada e ela não comenta muito sobre praticamente nada, então de certa forma você fica no escuro em relação a certas coisas, a não ser é claro que você leia A Lâmina da Assassina antes de Trono de Vidro. Fica a dia. 




6 On 6: Maio


O 6 On 6 de Abril não irá acontecer aqui no blog, o tema foi páscoa, e como não sou chegada a chocolates e doces (não que eu não goste, mas não ligo muito, pra mim tanto faz se tem ou não doces na geladeira haha) não pude fazer o 6 On 6 de Abril. Mas vim aqui postar o 6 On 6 de Maio (atrasado, sorry!). O tema desse mês é Fim De Semana, fotos que representam meu fim de semana, como passo meus fins de semana.
Bom não é grande coisa... Trabalho a semana toda e estudo de manahã no sábado, então nos fins de semana eu costumo ficar trancada no meu quarto vendo TV uma coisa que não consigo fazer muito durante a semana, e também leio um pouco. Não costumo ler em fins de semana, porque gosto de deixar esses dois dias para fazer algo que não consigo fazer durante a semana, mas sempre que dá eu leio um pouquinho.
Não costumo sair muito, sou bem caseira, quanto a viajar também não rola muito. Mas não desgosto de sair/viajar, sempre que tem oportunidade eu saio. Então basicamente as fotos que vocês vão ver aqui serão praticamente todos iguais, porque não tem muita coisa que faço nos fins de semana, gosto muito de relaxar, ficar deitada quase o dia todo, brincar com meu cachorro Cooper, ver TV e desenha.




Esse é meu bebê, ele está com três mesinhos de vida. Se chama Cooper e é um Yorkshire. Eu pretendia fazer um post só pra ele com muitas fotos que tirei dele, mas o post ainda não está pronto. Ele é muito levado, gosta de brincar de morder forte, eu e minha família estamos todos com marcas de mordidas nos pés e nas mãos... Sério ele morde muito forte. 




Filmes... O dia inteiro só de Netflix e meus DVDs hahaha



Ler e ficar deitada na cama o dia inteiro, ainda mais nesse frio que tem feito ultimamente. 



Desenhar, infelizmente quase não consigo tempo para desenhar, só finais de semanas mesmo.



Então é isso pessoal. Não são grande coisas, porque gosto muito de ficar na minha e relaxar nos fins de semana, mal entro no computador haha. 



Espero que tenham gostado,
Obrigada por tudo pessoal, bjs.



Para visualizar o post das outras cinco blogueiras que participam do 6 on 6 é só clicar nos blogs:

❤ Romantize-se | Console cor-de-rosa | Maricota Cara de Ricota | Modo Meu It's Me, Mari 



Resenha - Trocada


Livro: Trocada #1
Autora: Amanda Hocking
Editora: Rocco
Páginas: 326
ISBN: 978-85-7980-134-1
Pontuação: ★★★



Eu estava de olho nessa trilogia há muito tempo! Demorei para conseguir comprá-la, e quando finalmente consegui a Trilogia eu já não estava tão interessada assim. Então ela ficou um tempo na minha estante até finalmente pegar o primeiro livro para ler.


As páginas são amareladas, a fonte é pequena, têm vinte e quatro capítulos mais um conto inédito (extra): Os Vittra Atacam, com quatro capítulos que é narrado pelo príncipe Loki.

(páginas)

(capítulo)

Wendy Everly teve a pior infância que se pode imaginar. Sua mãe tentou matá-la em seu aniversário de seis anos alegando que Wendy era um monstro que substituiu seu verdadeiro filho. Anos depois Wendy vive com seu irmão mais velho e sua tia, mas seus problemas de adaptação e comportamento escolar os levaram a se mudar diversas vezes.
Wendy sempre se sentiu deslocada. Não gostava de praticamente nada, era chata para comer, não gosta de sapatos, seus cabelos parecem ter uma rebeldia não natural, seus humores, e sem falar no estranho poder recém-descoberto de que pode manipular as pessoas através da mente. Se ela quiser algo ela terá com a vontade ou contra a vontade da pessoa.
Sua vida muda completamente quando um aluno misterioso recém-chegado fica observando-a de onde quer que esteja. Seus olhares vigilantes a incomodam, mas quando Wendy descobre a verdade sobre Finn Holmes, sobre o mistério de sua verdadeira origem, ela sente que ele pode levá-la ao lugar onde talvez pudesse se encaixar. Um lugar onde poderia talvez chamar de lar. Ela não faz ideia do quanto estava errada.


Um livro muito parado e bobo. Eu achei que a história seria interessante já que nunca li nada sobre Trolls. Mas eu estava errada. O livro tinha tudo para ser muito legal, mas não passou nem perto disso.
No livro temos o povo Trylle, ou Trolls. Um povo que possuem poderes diversos dependendo da família/linhagem que nasce. O mundo dos Trylle não é grande coisa, é uma sociedade como a dos humanos, a única diferença é que eles possuem poderes e o sistema de governo é através da Monarquia. Eles vivem em uma espécie de condomínio chique onde com os poderes de alguns Trylle conseguem se “esconderem” dos humanos. Não é grande coisa e é muito mal explicado, na verdade esse livro não explica quase nada. A protagonista tem perguntas e perguntas, mas sempre faz as perguntas erradas ou dá prioridade a perguntas sem importância, o que é a mesma coisa. Não gostei da questão dos Changeling, pra que eles realmente servem, achei essa coisa de golpe ridícula!



Esse livro começou muito rápido. O romance já acontece logo no primeiro capítulo, a personagem já sente atração só de falar com o co-protagonista, não da nem tempo de criar uma química. Odeio livros assim. Ela já fica logo caidinha por ele e fica super chato esse romance. Felizmente não é o foco do livro.


Wendy é uma garota... Não sei bem como descrevê-la... Ela tem certos humores no inicio do livro (mau humor, raiva, rebeldia, etc) que desaparece quando ela vai embora da cidade. Tipo ela meio que mudou um pouco, e isso foi confuso. Acho que a autora tentou fazer uma menina rebelde e durona no inicio, mas acho que se esqueceu de continuar nessa linha de personalidade. As coisas que Wendy é obrigada a aprender em seu novo mundo me deixa irritada e a própria personagem também, porem por mais irritada que ela fique ela não se opõe! Ela não me trás a figura de uma mulher forte, uma personagem independente, uma personagem que manda em sua própria vida ou que faz aquilo que ela acredita ser o certo. Ela simplesmente abaixa a cabeça e aceita aquilo que MANDAM fazer. Ela fica com raiva e reclama mentalmente ou com um amigo, mas nunca solta à voz com a pessoa certa! Acho que a Wendy só tomou uma decisão certa, uma decisão que me fez gritar: ALELUIA, no último capítulo do livro. Wendy precisa crescer muito ainda e começar a se tornar independente, precisa parar de ficar parada esperando respostas e ir atrás delas por si mesma. Precisa parar de abaixar a cabeça quando ela vê as injustiças e preconceitos acontecendo bem diante dela!


Finn é um personagem sem graça, sem sal, não vi grande coisa nele e não engoli o romance. Isso é tudo que tenho a dizer sobre ele.
Elora, que raiva dessa $#@Y&¨*$@! Cara eu só queria sacudir essa mulher até celebro dela funcionar da maneira correta, ou no máximo respeitosa. Uma pessoa desprezível e sem coração, por mais que finja ter um... Ela não tem.




Um livro pouco trabalhado nos personagens, e que oculta muita coisa que acredito ser revelado nos próximos dois livros, assim espero. Não me surpreendi com o livro, foi uma leitura chata, mas até que rápida. Interessante, mas não a ponde de me fazer querer pegar o segundo livro tão cedo. 




Resenha - The Beauty Of Darkness


Livro: The Beauty Of Darkness #3
Autora: Mary E. Pearson
Editora: DarkSide
Páginas: 569
ISBN: 978-85-9454-027-0
Pontuação: ★★★★★ 



Eu queria ter adiado essa leitura, mas depois do final do segundo livro eu estava tão ansiosa e curiosa para saber tudo desse último livro que não consegui. Comprei-o em pré-venda e logo que chegou peguei para ler.



As páginas são amareladas, a fonte é pequena, a capa é linda e maravilhosa como todos os outros dois livros, têm noventa capítulos todos bem curtinhos. É narrado a maior parte por Lia, mas tem capítulos (os mais curtinhos) narrados por: Pauline, Kaden e Rafe.

(capítulo)

(páginas)

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Lia continua lutando pela vida, ainda mais depois dos últimos acontecimentos do segundo livro, mas agora ela precisa lutar também pela vida do Reino de Morrighan que está prestes a ser apagado da existência pelo Komizar e seus exércitos assustadoramente gigantes. Lia precisa permanecer forte, e agora mais do que nunca precisa elevar sua voz, lutar pela sua liberdade e pela de seu Reino.
Lia corre contra o tempo, pois ele é curto, e não demorara para que o Komizar comesse a marchar com suas tropas em direção a Morrighan. Porém, nem todos estão de acordo com Lia, nem todos querem o mesmo que ela, nem todos acreditam 100% nela. Nem todos a querem por perto. Lia foi traída pelos seus, um mal que a afastou de sua família e que conspirou com o inimigo em segredo, e cabe a Lia agora expor os traidores e limpar seu nome.



Apesar de contar com alguns poucos amigos vendanos e morriguês, Lia precisa deixar aqueles que ama para trás, pois somente assim ela poderá salva-los e salvar seu povo. Precisa sacrificar sua felicidade para salvar milhares de vidas. Não a lugar para a saudade, a nostalgia, as recordações, não a lugar para o amor agora. Essa nova Lia não pode parar para pensar no passado, sua cabeça precisa estar na guerra que se aproxima, tudo que ela precisa pensar é em como manejar a espada, como expor aqueles que a traíram e como alertar seu povo, e como salvar sua família.
Na luta pela paz, Lia também luta por si mesma, por sua liberdade. Sua força é testada diversas vezes, e ela mostrará que independente do ataque ela se reerguerá por aqueles que acreditam e desejam o mesmo que ela: Esperança.



Jamais li uma trilogia em que a autora permanece fiel a cada livro a uma protagonista. Melhor: uma autora que não apenas é fiel a um protagonista como também melhora o personagem mais e mais! Sempre tem aquele livro que a personagem muda as vezes pra ruim ou as vezes pra legal. Mas durante toda essa jornada pela Trilogia eu só via Lia crescer. Ela já era uma protagonista forte desde a primeira página do primeiro livro, porém ela foi fortalecendo-se bem mais do que poderia imaginar. Tantas barbaridades aconteceram com ela até esse último livro, tantas coisas que poderiam tê-la feito cair, tantas mortes que a enfraqueceram, mas não... Lia se erguia cada vez mais, lutava por aquilo que acreditava, mostrava sua voz que sempre foi ordenada que se mantivesse calada por tantos anos, reprimida. Quando falam em mulheres fortes/personagens fortes a primeira personagem que me vem a mente é Lia. Admiro como nunca admirei nenhum outro personagem, sua força, sua crença, sua personalidade, e admiro suas palavras. Amei a escolha que Lia fez no final do livro, a vida que ela escolheu seguir, já estava bem claro no decorrer deste último livro o caminho que ela estava seguindo e Rafe via isso também.




Rafe me decepcionou no inicio do livro, mas só no inicio. Nas primeiras duzentas páginas fiquei horrorizada com a maneira que ele agia com Lia, em parte romântico e em parte mandão. Nas horas que ele não tinha Lia sobre seu controle ele tomava atitudes imprudentes e sem cabimento. Felizmente esse comportamento dele foi meio passageiro, mais pra frente ele cai na real e percebe as verdades nas palavras de Lia. Achei o final que Lia e Rafe tiveram bem merecido, pois estava claro que o final seria exatamente esse desde o segundo livro.




Kaden era o que me decepcionava no segundo livro por manter Lia em cativeiro, quer dizer ele acreditava que assim salvava a vida dela, e em parte era verdade, mas a garota era mantida presa contra sua vontade e sem falar que sofria nas mãos do Komizar, e Kaden não enxergava a verdadeira face do Komizar. Porém neste terceiro livro a ficha dele caiu! Kaden se tornou totalmente leal a Lia e passou a ajudá-la em tudo e todas as coisas, um guerreiro incrível e um amigo maravilhoso. Já ficou bem claro que não existe um triangulo amoroso nessa trilogia desde o final do primeiro livro. Adorei o final de Kaden ele merece uma chance de felicidade e de respirar tranquilamente, simplesmente adorei o final dele.




Fiquei chateada do pouco que os irmãos de Lia apareceram neste livro. Eu já tinha comentado nas resenhas anteriores como eu gostaria que a autora tivesse trabalhado em mais momentos com Walther o irmão mais velho, e neste livro digo a mesma coisa, porém com relação aos outros dois irmãos de Lia. Gostaria de ver mais o laço desses irmãos com Lia. Ela fala tão bem deles, com tanto carinho, orgulho e admiração, que me deixa com vontade de ler momentos dela com os irmãos. Mas isso não tem no livro. Triste.



Fiquei feliz de rever Pauline com mais frequência neste livro. A personagem também mudou consideravelmente, se tornou mais forte e destemida, além de amadurecer e parar de ser uma pessoa iludida. Fiquei feliz com o seu final, super achei que combinou!
Neste último livro temos todas as respostas para diversas perguntas que surgiram desde o primeiro livro. Respostas e descobertas que me deixaram de boca aberta e muito chocada. A autora simplesmente é um gênio!





Não houve muitas mortes chocantes neste livro, provavelmente uma ou duas mortes de personagens queridos que me fizeram chorar e querer matar a autora, mas as piores mortes mesmo foram no primeiro e segundo livro (que também não foram muitas, felizmente). Recomendo com todo o coração essa trilogia fantástica! 





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