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Resenha - Fangirl


Livro: Fangirl
Autora: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
Páginas: 421
ISBN: 978-85-428-0368-6
Pontuação: ★★★★



Esse livro tava criando raízes na minha estante. Eu não sou fã desse gênero e sai completamente da minha zona de conforto ao lê-lo, mas está na minha meta do ano sair um pouco da minha zona de conforto e explorar outros gêneros que não são Fantasia. Sempre ouço falar muito bem desse livro, o quanto ele é amorzinho, sempre tive vontade de lê-lo apesar de ter adiado por tanto tempo a leitura.



As páginas são amareladas, a fonte é grande, têm trinta e oito capítulos e um epílogo. Antes de iniciar um capítulo a autora trás um trecho da fanfic que a protagonista do livro escreve, ou um trecho dos livros originais que a protagonista se inspira para escrever suas fanfics.

(capítulo)

(páginas)

Cather (Cath) e Wren são irmãs gêmeas e muito unidas. Amam a série Simon Snow (uma série de oito livros publicada por uma autora famosa que trás a história de um mago chamado Simon Snow e seu universo mágico, mais ou menos como Harry Potter) e por isso, juntas criaram, uma fanfic onde os dois garotos mais desejados da série na verdade são apaixonados (nos livros eles não são). Porém, Cath é a que mais ama escrever então ela é a que se dedica e cria mais essa história de Simon e seu “inimigo” Baz. Sua fanfic (nome: Vai em Frente, Simon) é um sucesso tendo mais de mil acessos por dia.
Cath e Wren são iguais em aparência e até mesmo no modo de falar, mas não são completamente iguais. Wren é mais elétrica e social, é mais comunicativa e ama festas. Já Cath é totalmente anti-social e prefere sempre se manter longe de multidões, é certinha e muito responsável, ama escrever fanfictions.


Agora ambas estão indo para a faculdade, e a vida delas está prestes a mudar. Cath precisa sair da sua zona de conforto, precisa deixar de seguir sua rotina tão certinha e calculada, pois agora terá que morar em um dormitório no Campos da faculdade. Wren quer tentar fazer as coisas sozinha, quer tentar levar a vida na faculdade sem a “sombra” da irmã gêmea, sendo assim Wren decide que não quer dividir um dormitório com a irmã. E isso deixa Cath arrasada e sem entender.



Então Cath agora esta tentando se adaptar a sua nova rotina sem sua irmã sempre ao lado, e com uma completa estranha, e mal humorada, colega de quarto. Com o tempo Reagan (sua colega de quarto) e Cath se entende e se tornam o mais próximo de uma amizade. Cath está se dedicando aos estudos e a sua fanfic, agora sem sua irmã para escrever junto com ela. Reagan é uma garota bem sociável apesar de ser reservada, tem muitos garotos que sempre vão ao quarto, mas um em especial que sempre da uma passada lá todos os dias: Levi. Um garoto Calouro do interior que mora em um rancho e está na faculdade estudando Manejo de Solo. Amigo de infância de Reagan, um garoto sorridente e alegre que esbanja felicidade em qualquer lugar, um cara descontraído e divertido.


As coisas na faculdade até que está indo bem. Ah, não, exceto pelo fato que: Sua mãe que abandonou as gêmeas quando ainda eram crianças está de volta; Wren parece mais distante e descontrolada com a bebida; o Pai das irmãs está em crise e deixa Cath preocupada todos os dias; Cath não sabe o que está acontecendo com ela e Levi, e quando acha que começa a entender o que está acontecendo, Levi da uma mancada e deixa tudo confuso novamente; Um amigo a traiu levando o crédito por algo que fizeram juntos; Sua professora favorita de sua matéria favorita criticou um trabalho importante para Cath, e como se não bastasse, Cath está com bloqueio criativo.... Será que algo mais pode fazer esse Semestre na faculdade ficar pior? Como Cath irá passar por cima de seus problemas e conseguir finalizar sua Fanfic de Vá Em Frente, Simon antes que o último livro de Simon seja lançado?


Um livro bem leve e gostoso de ler. Em nenhum momento foi chato ou parado. A leitura flui bem te prendendo até o fim. É um livro fofo e divertido, com personagens cativantes.



Cath é uma anti-social que fica no quarto o tempo todo se dedicando a sua famosa fanfic de Simon Snow. Ela tem uma paixão pela escrita e quando ela escreve não consegue parar mais. É como quando lemos e não conseguimos mais largar o vicio pela leitura. Porém Cath não consegue escrever algo de sua autoria, ou seja, ela não consegue criar suas próprias histórias, seus próprios personagens, seu próprio mundo, ela cria fanfics baseada na história de outras pessoas, como, por exemplo: a história de Simon Snow. Uma coisa que eu achei sem sentido e sem necessidade foi o que ela disse a sua professora sobre não conseguir escrever algo inventado por si mesma. Nessa hora deu vontade de da um tapa na Cath e manda ela parar de dá uma de sonsa e acordar!


Levi, um personagem super engraçado e muito fofo. Ele e Cath têm uma ligação incrível e super divertida, amei demais o personagem e como a relação de Cath e Levi parece algo tão natural, tão certo, tão fofo e tão divertido.


Wren, não gostei dela. Achei a irresponsabilidade dela na maior parte desse livro super irritante e infantil. Cath tem um coração muito mole para sempre perdoar a irmã por tantas mancadas, pelo menos fiquei feliz quando Cath bateu o pé no chão e teimou com relação à aparição da mãe (esse caso se fosse comigo definitivamente agiria exatamente como Cath talvez até pior), já Wren é muito bobinha e tem uma cabeça totalmente infantil.


Reagan é uma personagem, de certo modo, divertida. Ela é bem reservada, mas tem seus momentos. Também adoro a relação dela de “uma quase amizade” com Cath.

Quatrocentas paginas maravilhosas e divertidas. Super recomendo! 




Resenha - Reboot


Livro: Reboot #1
Autora: Amy Tintera
Editora: Galera
Páginas: 347
ISBN: 978-85-01-40109-0
Pontuação: ★★★★




Eu estava louco por esse livro desde que lançou, mas eu me esqueci dele desde então. Até que fui para a Saraiva e encontrei o primeiro e o segundo livro em promoção e acabei comprando os dois no meu aniversário.


As páginas são amareladas, a fonte é okay, as páginas são curtas e têm trinta e três capítulos bem curtinhos.

(capítulo)

(páginas)

Há cinco anos uma garota de doze anos, chamada Wren Connolly, morreu. E ficou morta por 178 minutos, e então acordou. Mas ela, assim como tantos outros que tiveram esse mesmo despertar após a morte, despertou diferente, não era mais humana. Possui mais força, tem uma audição e visão melhor e não pode ser morta tão facilmente, nada pode machucá-la. A única coisa que pode matá-la de vez seria uma bala bem no celebro, qualquer outro tipo de ferimento que não fosse ao cérebro não a afetaria. Essas pessoas que são mortas e depois acordam (no livro eles chamam de reiniciam) são chamadas de Reboot. Quanto mais tempo você passa morto antes de reiniciar menos humanidade você tem. Por exemplo, Wren reiniciou 178 minutos após sua morte, por tanto é muito difícil e estranho para ela sentir qualquer emoção humana: amor, diversão, raiva, medo, etc.


Nesse mundo pós-apocalíptico, Wren trabalha para a CRAH – Corporação de Repovoamento e Avanço Humano, humanos que lideram os Reboot e que se tornaram uma espécie de autoridade nesse novo mundo – a função de Wren é capturar Reboots e humanos rebeldes. Ela segue as ordens, as regras sem questionar, e parece exatamente como um robô, sem nunca olhar para mais além do que suas missões representam.
Durante cinco anos, sua vida dentro das instalações da CRAH seguiu sempre o mesmo roteiro de todos os dias, porém em um dia tudo muda, pois Wren conhece um 22. Um número tão baixo que era quase considerado humano. O garoto, Callum Reyes, distorce tudo o que Wren aprendeu naqueles cinco anos servindo a CRAH, ele muda a forma como ela vê as coisas, e pela primeira vez ela começa a questiona. E começa a sentir.


Eu tinha grandes expectativas para esse livro. Apesar de ter sido uma leitura gostosa e super rápida (li esse livro em dois dias), não foi grande coisa. É um livro interessante e não é chato, mas não me fez amá-lo ou pular de ansiedade para pegar o segundo livro.
A maneira como os Reboots são descritos me lembra vagamente zumbis, porém, claro, sem a questão putrefação, as peles e membros faltando e a questão da fome por humanos ou qualquer carne. Só o fato deles acordarem após a morte e a maioria não ter emoções, agirem quase como um robô, me lembrava muito uns zumbis em estilo diferente.


Wren é a maior Reboot que ficou morta por muito tempo, e ela é um tipo de “lenda”, pois tem mais sangue nas mãos e sucessos em suas missões que a CRAH a envia do que qualquer outro. Ela é uma personagem sem sal, mas isso eu acredito, ter sido intencional, acho que a autora criou ela sem graça e paradona desse jeito porque ela é um número grande, ficou 178 minutos morta, então ela não tem emoção nenhuma, ela simplesmente faz o que manda de boca fechada sem questionar nada, mata sem nenhum sentimento bom ou ruim. Apesar disso, eu até que gostei um pouquinho da Wren, nesse primeiro livros acompanhamos Wren reencontrar suas emoções humanas e isso acontece bem lentamente, no final do livro ela ainda está acordando. De certa forma isso me deixa curiosa para o segundo livro, pois quero ver essa nova Wren.


Callum é um personagem bem elétrico hahaha. Às vezes me dava vontade de dar-lhe um sossega leão para ele se acalmar um pouquinho hahaha. Achei legal como a relação de Wren e Callum vai crescendo aos poucos, apesar de Callum ser apressadinho haha. É interessante ver a diferença entre um 178 e um 22, basicamente Callum é um humano, ele tem todas as emoções humanas o que em determinados momentos dificultava certas missões e/ou decisões.



Não tem muitos personagens secundários, os que têm aparecem muito, muito, muito pouco. O foco é bem grande em Wren e Callum, mas não na questão do romance e sim nos planos de ambos de fugirem, de encontrarem um lugar longe da CRAH.

É um livro interessante, gostoso com uma leitura super rápida, foi uma leitura prazerosa. Não é grande coisa, e não é emocionante, também não é cinco estrelas haha. Mas vale a pena ler, não é chato, não fiquei entediada em nenhum momento. 


6 On 6: Agosto


Estamos mesmo em Agosto? Já? O ano ta passando muito rápido!
Eu odeio Agosto, um mês que passa tão devagar, mas acho que ele vai ser mais devagar esse ano do que nos outros. Estou tão ansiosa para a Bienal (vou dia 02/09) que não vejo a hora desse mês passar logo, e quanto mais ansiosa fico mais devagar os dias parecem passar, Urgh!
Sem mais delongas, o tema desse mês é: Capas Bonitas. Ebaaaaa, amo temas com livros hehe.
É um tema difícil já que não é fácil escolher seis capas bonitas quando se tem mais de cem livros com capas lindas!


Amo essa série e as capas são incríveis! Amo mais a capa do segundo livro... É uma pena que a editora fechou e não publicou os outros livros, se não me engano é uma série de oito ou seis livros. 

 Recebi esse livro da autora essa semana e a capa me encantou, é muito amorzinho! 

A trilogia Crônicas De Amor E Ódio tem as melhores capas, mas das três que mais amo é a do primeiro livro! Resenha

Essa trilogia também tem capas lindas que amo, especialmente a segunda e o livro extra de contos Sussurros No País Das Maravilhas. Resenha 1 , Resenha 2 , Resenha 3

Diz, essa capa não é um amorzinho?! Resenha

E essa então... Simples, mas fofa. Amo muito essa capa. Resenha



Espero que vocês tenham gostado do post tanto quanto eu. Quais foram suas capas preferidas? Gostaria de ter mostrado muito mais, mas infelizmente só pode ser seis fotos :(




Para visualizar o post das outras cinco blogueiras que participam do 6 on 6 é só clicar nos blogs:

❤ Eu Amo | Console cor-de-rosa | Maricota Cara de Ricota | Modo Meu It's Me, Mari 



Resenha - Como Dizer Adeus Em Robô


Livro: Como Dizer Adeus Em Robô
Autora: Natalie Standiford
Editora: Galera Record
Páginas: 339
ISBN: 978-85-01-09102-4
Pontuação: ★★★★




Eu sempre ficava louca para ter esse livro, porém era difícil comprar porque ele sempre estava na faixa de quarenta/cinquenta reais, ou seja, bem caro. Muitos anos passaram e consegui comprar por vinte e pouco na Black Friday de 2015, porém o livro ficou na minha estante esse tempo todo, não sei por que acho que simplesmente me esqueci dele haha depois de tanto desejá-lo kkk.



As páginas são brancas, e apesar de não gostar disso farei uma exceção com este livro, de alguma forma as páginas combinaram com o assunto do livro. A fonte é grande, tem vinte e nova capítulos, e em alguns capítulos (quando o mês passa no livro) as páginas inicias são rosa com o nome do mês que aquele capítulo vai passar. O telefone da capa é em relevo.

(Capítulo)

(Capítulo)

(Páginas)

(Páginas)

Beatrice (Bea) é uma garota meio vazia, não depressiva e não totalmente infeliz, mas ela não possui muitos sentimentos em relação a certas coisas. Para ela tudo é: Tanto faz, não importa, não ligo ou não interessa. Sua mãe a chama de robô por não ter sentimentos em momentos que qualquer pessoa normal teria, como por exemplo: a morte de um cachorrinho (mesmo que o cachorro não seja seu), um conflito familiar, etc.


Mas apesar de muitas vezes não se importar com muita coisa, Bea é uma garota que possui sim sentimentos, ela só não demonstra, e ela também não é anti-social. Sua vida sempre foi se mudar de Cidade a cidade, ou de estado a estado, por causa do emprego de seu pai. E quando ela se muda para Baltimore ela conhece um garoto cuja escola inteira evita, pois todos dizem que ele é um Garoto Fantasma. Jonah ganhou esse apelido a muitos anos por, não apenas ter a aparência albina, cabelos loiros platinados quase brancos, olhos azuis muito claros, mas porque algo aconteceu no Ginásio, uma história para se desvendar.



Ele é completamente ignorado por todos e parece não ligar, é totalmente na dele, misterioso e sério, anti-social. Mas parece que Bea é a única que consegue falar com ele e que parece de certa forma chamar sua atenção. Essa amizade que cresce é complicada, haverá conflitos, intrigas, mas também brincadeiras e ajuda, onde uma ajuda o outro. Com seus próprios jeitos eles se comunicam e se entendem de uma forma que ninguém jamais os entendera.



Um livro bem legal, interessante e em certos momentos divertidos. Mas tenho que dizer que é um pouco depressivo. Não aquele depressivo que sentimos ao ler um livro triste, pois esse livro não é exatamente triste... Mas os dois personagens principais, mas principalmente Jonah, são muito depreciativos, eles têm seus problemas e tals que os fazem ficar tristes, mas é algo muito mais do que isso... É difícil explicar esse sentimento que sinto. Como eu disse o livro não é exatamente triste, então esse sentimento depressivo que sentir ao ler o livro não vem da história em si e sim dos personagens que são muito desanimados, bipolares... É uma coisa estranha.



Amei a questão do Programa da Radio onde eles se comunicam entre si, e com outros ouvintes, com Codinomes legais e tudo a ver com eles, acho que essas são as partes mais divertidas do livro.
Bea é mais “viva” do que Jonah no livro. Ela é, no inicio do livro, uma pessoa meio sem sal, ela realmente parece não ter sentimentos nenhum, mas conforme o livro segue é possível ver que ela tem sim sentimentos. A família de Bea é estranha, incompreensível na verdade, a mãe dela é meio fora de orbita, não consigo entender aquela mulher haha de certa forma te certo humor no jeito como ela é.
Jonah é um mistério, ele é bipolar, uma hora ele ta de boa outra hora ele ta azedo, bravo, em fim... Bipolar. Em certos momentos ele até que é divertido de certa forma, mas na maior parte ele é meio enigmático, fora de órbita, vocês precisaram ler o livro para entender como ele é.


O livro não tem exatamente um romance, a amizade de Jonah e Bea é mais amizade mesmo, uma amizade complicada, mas claro que em certos momentos do livro a gente deseja que eles fiquem juntos, que role alguma coisa, em fim, mas depois você percebe que a relação deles seria melhor mesmo se ficasse apenas na amizade... É uma relação que vemos que realmente não existe nada mais do que uma boa amizade.



É um livro com um final aceitável, triste, mas aceitável. Não tem como eu explicar porque vou acabar dando spoiler, mas o que posso dizer é que é um final triste (não muito triste), mas compreensível/aceitável. Eu gostei do livro, não amei e não foi uma leitura tão grandiosa como eu esperava, mas é legal e é interessante.




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